sábado, 14 de janeiro de 2017

VITAMINA D - SUA IMPORTÂNCIA

 A Vitamina D também é conhecida como anti-raquítica e é uma vitamina do tipo lipossolúvel (se dissolve em gordura) sendo apresentada em duas formas: vitamina D3 (colecalciferol) e vitamina D2 (ergocalciferol).
A D2 é derivada de plantas, produzida exogenamente e fornecida através da alimentação e a D3 está também disponível em alguns alimentos, como os óleos de fígado de peixe (ex.: óleo de fígado de bacalhau) e peixes gordos.
No entanto, a principal fonte de vitamina D não é fornecida por via alimentar, já que essa vitamina é maioritariamente sintetizada pela pele, onde existe um precursor da vitamina D, a provitamina D3, este precursor encontra-se, em sua maioria, armazenado na epiderme (60%) e o restante (40%) encontra-se na derme, e a partir dele é formada a pré-vitamina D3, como resultado da exposição à radiação UV-B.
Portanto, normalmente, o corpo consegue produzir essa vitamina quando existe a exposição solar, cerca de 20 a 30 minutos ao dia sem filtro solar. Outra corrente de estudiosos, por receio ao desenvolvimento de câncer de pele, sugere 15 minutos de exposição ao Sol em 15% do corpo (equivale a dois braços), pelo menos 3 vezes por semana, com filtro solar, além de suplementação.
Alguns alimentos são ricos nessa vitamina como peixes de água fria com bastante gordura, em menor quantidade na gema do ovo, manteiga, fígado, ou mesmo alimentos enriquecidos como leites, iogurtes, barras de cereais, sucos, porém, nem sempre a alimentação diária é suficiente para suprir as necessidades individuais.
Função: Tem fundamental importância para a homeostase do cálcio e do fósforo e para a saúde músculo esquelética, protege a pele contra raios UV-B e regula as respostas imunes na pele, bem como os mecanismos de crescimento e reparação do tecido. Sendo assim, a vitamina D é um exemplo de uma vitamina importante para a pele e representa também, a importância da pele para a nutrição.
Pesquisas recentes sugerem que também atua em várias outras partes do organismo:
– Cérebro: acredita-se que auxilie na proteção e renovação de neurônios;
– Coração: Participa da contração do músculo cardíaco;
– Rins e pressão arterial: Pode inibir a produção de uma enzima nos rins que causa aumento de pressão;
– Pode estimular a secreção de insulina, tornando-a mais eficiente, portanto, pode ser indicada contra o Diabetes;
– Sistema imunológico: Auxilia no funcionamento de genes associados à defesa do corpo;
– Pele: Estudos demonstram que pacientes com psoríase e vitiligo tiveram sensível melhora após a reposição dessa vitamina.

Sinais de alerta na falta da vitamina D: 
– Raquitismo
– Hipertensão arterial
– Ganho de peso
– Sede excessiva
– Falta de apetite
– Perda óssea acentuada
– Cansaço
A deficiência da vitamina D é muito comum em indivíduos com idade avançada (pessoas com 70 anos produzem apenas um quarto da quantidade fabricada por um jovem de 20 anos). No sobrepeso também vemos uma necessidade maior dessa vitamina, na pele escura também há uma menor absorção, já que a melanina reduz a absorção de raios solares e também não podemos esquecer que trabalhar em locais isolados de luz solar e confinados, também podem ser prejudiciais para que ocorra essa deficiência.
O que muitos médicos têm notado é a grande quantidade de pacientes que apresenta uma quantidade baixa dessa vitamina circulante no sangue, cerca de 70% deles, principalmente durante o inverno.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, metade da população mundial tem menos vitamina D do que precisa. De acordo com a OMS, há insuficiência quando o exame de sangue indica uma concentração menor do que 30 ng/ml (nanogramas por mililitro de sangue). Valores abaixo de 10 ng/ml são classificados como insuficiência grave. Dosagens iguais ou superiores a 30 ng/ml estão na faixa da normalidade, cujo limite máximo é 100 ng/ml.

Por outro lado, também não se pode esquecer, que não devemos consumir vitaminas em quantidades exorbitantes, a hipervitaminose também pode ser prejudicial. No caso da Vitamina D, o excesso pode fazer mal ao elevar os níveis de cálcio na corrente sanguínea que, como resultado, pode causar o desenvolvimento de pedras nos rins. 
Fonte : site R7.com

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