terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

BEBER MUITA ÁGUA EMAGRECE ???

Por exemplo, você já ouviu falar que beber muita água emagrece? Que o consumo do líquido é essencial para a vida a gente já sabe, mas será que ele também está associado ao emagrecimento? Vamos descobrir isso agora!

Beber muita água emagrece? 

É possível afirmar que beber bastante água ajuda a emagrecer, de acordo com uma pesquisa apresentada no ano de 2010 em um encontro do American Chemical Society (Sociedade Americana de Química, tradução livre).
O estudo analisou homens e mulheres obesos que foram divididos em dois grupos – em um deles, os participantes bebiam água antes de todas as refeições, enquanto no outro, as pessoas não ingeriam o líquido antes de comer.
O resultado observado foi que os participantes que consumiram a água antes de cada refeição, experimentaram uma perda de peso 30% maior do que aqueles que não exerceram o hábito.
Entretanto, é importante frisar que todos os participantes do experimento, tanto os que beberam água antes das refeições como os que não fizeram isso, seguiam uma dieta controlada e de baixo teor calórico.
Outra pesquisa, divulgada em 2008 e realizada por uma estudiosa dos Estados Unidos, examinou os efeitos do aumento do consumo de água em um litro por dia. Foi observado que, ao longo de 12 meses, o resultado foi um aumento de dois quilos na perda de peso.
E isso independentemente da dieta ou do nível de atividade física das pacientes, já que as mulheres não fizeram nenhuma mudança em seus estilos de vida.
Aumento da queima de calorias
Estudos já mostraram que o consumo de água estimula a elevação da quantidade de calorias que o corpo queima, no chamado gasto energético de repouso.
Por exemplo, pesquisas realizadas por um estudioso da Alemanha registraram um aumento de 24% a 30% no gasto energético de repouso em adultos após o consumo de água, com o efeito tendo uma duração de 60 minutos.
Outro experimento similar, feito por um pesquisador da Suíça e divulgado no ano de 2006, indicou que crianças com sobrepeso experimentarem um aumento de 25% no seu gasto energético de repouso mediante o consumo de água fria.
Mas vale uma ressalva importante aqui, até mesmo o consumo de água gelada, várias vezes ao dia, aumenta no máximo 75 a 100 calorias o gasto diário de uma pessoa. Então, no quesito aumento de calorias, não dá para falar que a água, mesmo consumida em quantidade e gelada, vai fazer alguém emagrecer muito. Mas se você considerar todos os benefícios da água, além desse aumento de gasto calórico, vai ver que vale a pena sim beber mais água no seu dia a dia.
A diminuição do apetite
Um argumento comum de ser usado para dizer que beber muita água emagrece é o fato de que o líquido ajuda a saciar o organismo, fazendo com que a quantidade de alimentos consumidos seja menor.
Uma evidência para tal hipótese é uma pesquisa divulgada no ano de 2008, que indicou que a ingestão de água antes do café da manhã trouxe como consequência uma diminuição de 13% na quantidade de calorias consumidas durante a refeição.
Em outro estudo, pessoas de meia idade acima do peso que beberam água antes das refeições perderam 44% mais peso do que o outro grupo que não bebeu água.
Outros estudos já confirmaram isso em diferentes refeições também, e em percentuais elevados. Isso pode ser uma contribuição importante no seu plano geral.

Redução do consumo calórico 

A ingestão de água no lugar de outras bebidas como leites, sucos, refrigerantes e cafés, por exemplo, também pode colaborar com a diminuição do consumo calórico diário. Isso porque, ao contrário dessas bebidas, a água não apresenta calorias.
Estudo observacionais já indicaram que pessoas que ingerem principalmente a água como bebida apresentam um consumo calórico 9% (que corresponde a aproximadamente 200 calorias) mais baixo.
Outros benefícios da água
Agora que já entendemos como beber muita água emagrece, chegou a hora de conhecermos outros benefícios associados ao precioso e vital líquido. Confira alguns deles na lista a seguir:
·        Manutenção do equilíbrio dos fluidos corporais que trabalham na digestão, absorção, criação de saliva, transporte de nutrientes, circulação e conservação da temperatura corporal;
·        Auxílio à energização dos músculos – quando os músculos não possuem os fluidos adequados, eles não funcionam apropriadamente e sua performance é enfraquecida;
·        Saúde e beleza da pele: a desidratação torna a pele mais seca e enrugada, porém, o problema pode ser melhorado com a manutenção de uma hidratação adequada;
·        Os rins funcionam com eficiência e fazem um bom trabalho em relação à limpeza e remoção de toxinas do organismo desde que o corpo receba uma ingestão adequada de líquido. O hábito crônico de beber pouca água traz um risco maior de desenvolver cálculo renal;
·        Manutenção do funcionamento normal do intestino, com a fluidez no trato gastrointestinal e a prevenção da prisão de ventre;
·        O cansaço é um dos sintomas da desidratação, então, ao se sentir assim, uma boa tática é tomar um belo copo d’água. Vale lembrar que se sentir cansado dificulta a vontade de realizar exercícios físicos, o que por sua vez dificulta o emagrecimento.
·        Aumento da produtividade, auxiliando a ficar mais focado e alerta;
·        Prevenção de dores: dores nas articulações e tensões e cãibras musculares podem surgir quando o corpo se encontra desidratado;
·        Depois de uma noite de bebedeira, tomar água ajuda a lidar com a ressaca e acabar com a palpitante dor de cabeça que pode vir acompanhando.
Quantos litros de água eu devo beber por dia?
Existe a recomendação de ingerir cerca de dois litros de água por dia. Entretanto, a quantidade ideal pode variar de pessoas para pessoa. Uma corrente de profissionais já afirma que o ideal seria 3 litros de água por dia para ter todos os benefícios. E essa quantidade pode até aumentar se a pessoa pratica muitas atividades físicas ou se naturalmente sua muito.
Por exemplo, pessoas que fazem atividades físicas com frequência podem precisar de mais água do que os sedentários. Idosos e mulheres grávidas são outro grupo que podem apresentar necessidades especiais em relação ao consumo do líquido.
De maneira geral, a regra consiste em tomar água sempre que estiver com sede e ingerir uma quantidade suficiente do líquido para acabar com a sede.
É importante saber ainda que itens como chás, peixes, leite e frutas e vegetais também podem servir como fonte de água para o organismo. Mas muitos profissionais dizem que o melhor mesmo é você garantir pelo menos 2 litros somente de água pura, sem contar com outras bebidas. Muitas dessas podem ser diuréticas ou muito calóricas, e podem atrapalhar essa contagem ou a dieta em si.


Fonte : Mundoboaforma.com.br

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

VOCÊ SABE IDENTIFICAR UM AVC ??

Caraterísticas do AVC
O derrame é a obstrução (AVC isquêmico) ou ruptura (AVC hemorrágico) das artérias que irrigam o cérebro. Entre os fatores de risco para o problema estão idade (pessoas com mais de 50 anos correm maior risco), hipertensão, insuficiência cardíaca, diabetes, tabagismo, colesterol alto e uso excessivo de bebidas alcoólicas.

Sintomas :
Quanto mais rápido for o diagnóstico e início do tratamento de um derrame, menores as probabilidades de complicações, risco de morte e desenvolvimento das sequelas. O problema é que muitas vezes os sintomas passam despercebidos, porque as pessoas acham que é uma simples dor de cabeça, tontura ou náusea, sem identificar esses quadros como sinais de alerta do corpo. Outros sinais característicos de um AVC são perda de força em metade do corpo, fala arrastada, face torta e dor de cabeça súbita e muito intensa.

Diagnóstico :
Os especialistas indicam alguns testes que podem ser feitos para ajudar a identificar o derrame: pedir à pessoa que sorria com força (observar simetria e possíveis desvios da face); pedir que levante os braços;  que responda com frases simples a comandos de baixa complexidade. Caso se confirme a suspeita clínica de AVC, o paciente dever ser imediatamente submetido a uma tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM), que mostrarão se o AVC foi isquêmico ou hemorrágico. Esses exames são fundamentais para o diagnóstico do AVC na fase aguda e determinação do prognóstico e tratamento mais adequado.
AVC hemorrágico e aneurisma
O aneurisma cerebral é um problema genético e hereditário, caracterizado por uma fraqueza da parede do vaso sanguíneo que ocasiona uma dilatação anormal. Segundo Peixoto, no Brasil existem cerca de 2 milhões de casos por ano conhecidos de aneurisma cerebral. “O principal sintoma de um aneurisma é uma dor de cabeça frequente e que não cessa após a administração de analgésicos.” Mas, muitas vezes, o paciente não apresenta nenhum sintoma e o problema não é identificado. Daí a importância de filhos cujos pais tiveram um aneurisma detectado realizarem, a partir da puberdade, uma angiorressonância para verificar a existência –  ou não – do problema. 
De acordo com Peixoto, só há recomendação para intervir no aneurisma de um paciente sem queixa caso o aneurisma tenha mais de 5 milímetros de diâmetro. Se houver queixa em pacientes com aneurismas menores, é preciso analisar a situação do paciente e fazer um contraponto entre os riscos e benefícios do procedimento.
As opções disponíveis de tratamento seriam a cirurgia por clip ou a embolização por micromolas. Por outro lado, se não houver necessidade de intervenção, é importante que o paciente faça um acompanhamento anual da evolução do quadro por meio de uma angiorressonância.
Entre os fatores de risco para o rompimento de um aneurisma estão idade, hipertensão, tabagismo e stress. “A pressão alta também aumenta a pressão nas artérias do cérebro, o que propicia a ruptura. Por isso não é recomendado que quem tem aneurisma viaje de avião.”, explica Peixoto.
Se houve rompimento, as opções de tratamento são a cirurgia ou a embolização . O procedimento escolhido dependerá da localização do aneurisma e do estado clínico do paciente. Os sintomas mais comuns de um AVC hemorrágico são dor de cabeça, desfalecimento, mal-estar, pressão baixa e falta de ar. As possíveis sequelas são alterações ou paralisação motora em um ou ambos os lados do corpo, alteração da fala, dificuldade visual e coma.

AVC isquêmico

Já o AVC isquêmico, quando há obstrução de alguma artéria que nutre um território cerebral, é mais comum e corresponde a cerca de 80% dos casos de derrame. Ele pode ocorrer devido a um “entupimento” crônico do vaso sanguíneo ou por desprendimento de uma placa ou fragmento (êmbolo) que pode se alojar em um local vascular mais distante.

Caso o AVC seja isquêmico, se o tempo decorrido do início dos sintomas ao diagnóstico for de até três horas, o paciente poderá ser selecionado para a trombólise, que consiste na desobstrução da artéria responsável pelo quadro .
Fonte : site veja.com

domingo, 12 de fevereiro de 2017

CÂNCER DE OVÁRIO : ASSASSINO SILENCIOSO

O câncer de ovário preocupa e tira a vida de milhares de mulheres anualmente. Esse assassino silencioso geralmente carrega consigo alguns sinais de alerta, mas os primeiros sintomas são vagos e fáceis de descartar.
Somente cerca de 20% dos casos de câncer de ovário são detectados em uma fase precoce.
O câncer de ovário ocorre nas células ovarianas.
Os ovários são duas glândulas reprodutivas femininas que produzem óvulos ou ovos.
Eles também produzem os hormônios femininos conhecidos como estrogênio e progesterona.
O câncer começa quando células anormais no ovário começam a se multiplicar descontroladamente e formam um tumor. O tumor pode então se espalhar para outras partes do corpo.
Estima-se que mais de 22.000 mulheres foram diagnosticadas com câncer de ovário em 2016 e 14.000 delas morreram.
Quais são os tipos de câncer de ovário?

Os ovários são constituídos por três tipos de células. Cada célula pode desenvolver um tipo diferente de tumor:
Os tumores epiteliais formam-se na camada de tecido do lado de fora dos ovários. Cerca de 90% dos casos de câncer de ovário são tumores epiteliais.
Os tumores estromais crescem nas células produtoras de hormônio. Cerca de 7% dos casos de câncer de ovário são tumores estromais.
 Tumores de células germinativas desenvolvem-se nas células produtoras de óvulos. Esse tipo de tumor é bastante raro.
Cistos ovarianos:

A maioria dos cistos ovarianos não são cancerosos. Estes são chamados de cistos benignos. No entanto, um número muito pequeno pode ser canceroso.
Um cisto de ovário é uma coleção de líquido ou ar que se desenvolve no ovário ou em torno dele. A maioria dos cistos ovarianos surge como uma parte normal da ovulação, que é quando o ovário libera um óvulo.
Geralmente, causam apenas sintomas leves, como inchaço, e desaparecem sem tratamento. Cistos devem ser uma preocupação maior se você não estiver ovulando. As mulheres param de ovular após a menopausa.
Se um cisto de ovário se forma após a menopausa, pode ser necessário fazer mais testes para descobrir a causa do cisto, especialmente se ele for grande e não desaparecer dentro de alguns meses.
Nesses casos, pode ser necessário fazer uma cirurgia para removê-lo. Seu médico não poderá determinar se o custo é canceroso até que o remova cirurgicamente.
10 sinais de alerta do câncer de ovário :

O câncer de ovário pode mostrar vários sinais de alerta.
As mulheres são mais propensas a ter os sintomas depois que a doença já se espalhou para além dos ovários, mas mesmo os estágios iniciais do câncer podem mostrar sinais.
Os sintomas mais comuns incluem:
1. Dor pélvica ou abdominal persistente
2. Aumento do tamanho abdominal e inchaço constante
3. Dificuldade em comer ou sentir-se saciada rapidamente
4. Necessidade de urinar com muito mais frequência do que o usual
5. Fadiga
6. Estômago virado
7. Dor nas costas
8. Dor durante o sexo
9. Constipação
10. Alterações menstruais
Também é necessário ficar atenta à frequência dos sintomas:
• Muito frequente: costumam aparecer mais de 12 vezes por mês
• Persistente: não vão embora
• Baixa: não são normais para você e podem ter começado no último ano

Quando os sintomas forem frequentes e persistentes, é recomendado procurar um médico.

 Fonte : site R7.com

sábado, 11 de fevereiro de 2017

POR QUE É DIFÍCIL DORMIR EM NOITES QUENTES ???

Há quem ame e quem odeie o verão. Mas mesmo os amantes da estação tendem a concordar que é difícil adormecer e ter um sono de qualidade em noites muito quentes – a menos que você tenha um ar condicionado. Geralmente, a manhã seguinte a uma noite de verão sufocante se reflete em um despertar não muito agradável. Você acorda meio grogue, cansado, irritado, quase como se estivesse de ressaca. Mas, por que isso acontece?
De acordo com o especialista em sono David Hillman, em entrevista à emissora de rádio australiana ABC Radio Sydney, quando a temperatura externa supera os 24ºC nós ultrapassamos a chamada zona termoneutra – quando a temperatura interna do corpo está em equilíbrio com a temperatura externa.
Nossa temperatura corporal média é de 37ºC e o corpo consegue mantê-la de forma confortável quando a temperatura externa está em 24ºC. Porém, em um clima mais quente, o corpo começa a se sentir desconfortável e precisa trabalhar mais para manter essa autorregulação interna. Isso faz com que os vasos sanguíneos perto da superfície do corpo dilatem, o que, por sua vez, aumenta a quantidade de suor, necessário para manter a temperatura corporal baixa.
·         “Então, mesmo quando você está deitado na cama dormindo, seu corpo está produzindo energia equivalente a uma lâmpada de 100 watts e essa temperatura extra precisa ser eliminada. Se seu corpo considera alguma coisa ameaçadora [como o aumento da temperatura externa], ele irá despertá-lo. Se o sono é interrompido o suficiente para te colocar em um estado de sono-restrito, as coisas não funcionam tão bem.”, explicou Hillman, que também é presidente da Sleep Health Foundation. A falta de sono leva a problemas de raciocínio e alterações de humor.
Dicas para uma noite mais agradável :
      Se a superfície do corpo não puder ser resfriada, a temperatura interna também irá subir e há a possibilidade até de surgir uma febre. Por isso, é importante tentar resfriar seu corpo durante a noite. Algumas dicas para facilitar esse processo e ter um sono mais tranquilo:
·           Colocar um balde de água ao lado da cama e molhar regularmente uma toalha durante a noite
·                        -       Preferir roupa de cama e pijamas de algodão
·                                Ter um ventilador

·                            Dê espaço a seu parceiro. Se você dorme acompanhado, o ideal, nessas noites, é que cada um se mantenha do seu lado da cama. Segundo Hillman, “uma noite quente não é um momento para dormir de conchinha”.
Fonte : site Veja.com

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

FICAR MUITO TEMPO SENTADO, FAZ ENVELHECER

Ficar muito tempo sentado já foi associado a diversos riscos à saúde como aumento da probabilidade de morte prematura, do nível de colesterol, de hipertensão, problemas cardíacos e resistência à insulina. Agora, um estudo publicado recentemente no periódico American Journal of Epidemiology concluiu que sentar demais prejudica as células em nível biológico, contribuindo para atéoito anos de envelhecimento. 
No novo estudo, uma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego, liderada por Aladdin Shadyab, decidiu analisar o impacto do sedentarismo nos cromossomos. Mais especificamente nos telômeros. Essa estrutura é responsável por proteger o DNA contra possíveis danos causados pela divisão e replicação celular. À medida que as células envelhecem os telômeros naturalmente encurtam e se desgastam. Logo, seu tamanho serve como um marcador da idade da célula e consequentemente da idade de quem a célula pertence.   
Para isso, eles analisaram amostras sanguíneas de cerca de 1.500 mulheres participantes de um grande estudo sobre doenças crônicas na menopausa. Em seguida os pesquisadores compararam o comprimento dos telômeros com a prática de atividade física das participantes em busca de possíveis associações entre exercícios e envelhecimento.

Oito anos a mais
Os resultados mostraram que entre as mulheres que não praticavam os 30 minutos diários recomendados de atividade física , aquelas que era mais sedentárias (ficavam sentadas por pelo menos 10 horas por dia) tinham telômeros menores do que aquelas que passavam menos tempo sentadas. De acordo com os cientistas, esse encurtamento foi o equivalente a cerca de oito anos de envelhecimento.
Isso significa que mulheres inativas que passaram mais tempo sentadas eram em média oito anos mais velhas, em nível celular, do que aquelas que estavam inativas, mas passavam menos tempo sedentárias. Alem disso, as mulheres que praticavam a quantidade recomendada de exercícios diários não apresentaram associação entre o tempo que passavam sentadas e a redução no comprimento dos telômeros, sugerindo que a atividade física pode neutralizar o encurtamento natural do envelhecimento.
“Nossos resultados sugerem que a combinação de ser sedentário e não se engajar em atividade física suficiente para prevenir o encurtamento dos telômeros leva ao menor comprimento dos telômeros [e maior envelhecimento]”, disse Shadyab.
Embora a quantidade exata de atividade física necessária para neutralizar os efeitos do sedentarismo sobre o envelhecimento celular ainda não esteja claro, esse estudo mostra que o exercício pode ser uma maneira simples e eficiente de retardar esse processo.

 Fonte : site Veja.com

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

BANHO FRIO É BOM PARA...... ?????

Prega a sabedoria popular que um banho frio faz bem para o cabelo, a pele, o metabolismo e até mesmo o humor. Segundo informações do site americano Health.com, de todas as tendências de beleza, o “banho frio” domina o Pinterest –  rede social que permite  o compartilhamento de fotos e vídeos em ‘murais’ virtuais . Segundo a plataforma, 75% das buscas sobre tendências de beleza são sobre isso. Mas será que uma simples água fria é tudo isso mesmo? Talvez.

Beleza
Primeiro, vamos falar dos possíveis benefícios de beleza da prática. Segundo a dermatologista Jessie Cheung, em entrevista ao Health.com, “o frio vai fechar as cutículas abertas e bloquear a umidade para evitar quebra”. Em relação à pele, a água fria inicialmente ajudará a contrair os vasos sanguíneos, isso irá temporariamente fechar os poros e diminuir a vermelhidão e o inchaço. Além disso, temperaturas mais baixas aumentam a circulação (é maneira do seu corpo se manter quente), o que se reflete em um rosto com um brilho saudável, por exemplo.

Humor
As evidências para os benefícios de um banho frio para melhorar o humor são um pouco mais fracas. Um estudo publicado na revista científica International Journal of Circumpolar Health analisou a prática da “natação de inverno”, prática popular na Finlândia. Seus resultados sugerem que dar um mergulho regularmente nas águas geladas (os participantes costumavam nadar quatro vezes por semana) pode melhorar a energia e o bem-estar geral. Outro artigo publicado no fórum científico Medical Hypotheses descobriu que dois ou três minutos de ducha fria já são o suficiente para ajudar a aliviar os sintomas depressivos.

Metabolismo
Sobre o papel da água fria no aumento do metabolismo, existem pesquisas que sugerem que temperaturas baixas podem ativar a gordura marrom, um tipo de gordura responsável pelo aumento da queima calórica. Em um pequeno estudo realizado em 2014, homens expostos a um ambiente frio apresentaram um aumento na quantidade e gordura marrom presente no corpo e atividade metabólica correspondente. Apesar disso, é importante ressaltar que ainda não existe nenhuma pesquisa afirmando ou sugerindo que um banho frio pode contribuir para a perda de peso.
Banho quente
Entre todos os benefícios possivelmente relacionados ao banho frio, talvez o mais importante seja o fato de que ele evita o banho quente. Esse sim é o principal vilão, da pele e do cabelo pelo menos. “A água quente retira alguns dos óleos naturais protetores da pele”, afirma o dermatologista Lance Brown ao Health.com. Isso pode deixar a pele seca e pruriginosa. E esse hábito é especialmente prejudicial na melhor época do ano para um banho fervendo: o inverno, quando o ar frio e o calor seco dos ambientes internos já tornam a pele naturalmente mais seca.

Morno e rápido
A boa notícia: “Você não precisa passar frio por muito tempo para ver os benefícios da água fria para pele e o cabelo. Um jato de cerca de dez segundos de água fria no fim do banho já vai fazer esse efeito.“, afirma Jessie.
Mas se você é daqueles que não suporta um banho frio, não se preocupe. Para manter a pele e o cabelo com uma aparência brilhante e saudável, Brown recomenda banhos curtos, com duração de dez minutos em água morna ou levemente fria, acompanhado de um sabonete suave e sem fragrância e finalize secando seu corpo com uma toalha macia, seguido de um hidratante na pele ainda úmida.
Fonte : site Veja.com



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

PRAZO DE VALIDADE DOS MEDICAMENTOS

O prazo de validade, seja de alimentos, produtos ou medicamentos funciona como uma garantia para o consumidor, por parte do fabricante, de que é seguro e eficaz – no caso de remédios – utilizar ou consumir aquele produto até o mês e ano determinados. E, portanto, via de regra, deve ser repeitado.
Mas, principalmente no caso de medicamentos, é comum mantermos em casa um kit básico de primeiros socorros ou um pequeno estoque com itens básicos, para os problemas mais comuns, em caso de necessidade. Há sempre o risco de, na hora daquela dor de cabeça insuportável, o remédio estar vencido. Nesse caso, há algum risco se você decidir tomar o medicamento mesmo assim? O que pode acontecer?
Essa foi a pergunta de um leitor do site americano Fox News a Manny Alvarez, médico e editor de saúde dos canais Fox News. De acordo com o especialista, o prazo de validade é a data limite na qual o fabricante garante completa segurança e eficácia do medicamento.
No Brasil, por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), todos os fabricantes são obrigados a estampar nas embalagens, as datas de fabricação (mês e ano) e de validade (mês e ano), assim como o número do lote do medicamento, seja ele controlado ou não.

Potência, eficácia e segurança
Essa data-limite é definida pelo própria empresa, com base em testes específicos, realizados sob controle rigoroso, que buscam avaliar a estabilidade das substâncias ativas presentes na fórmula. Portanto, ela é uma espécie de fator de referência que indica o fim da vida útil do medicamento. Ou seja, depois dessa data, o laboratório não garante mais a potência, a eficácia, nem a segurança do produto.
Entretanto, um estudo conduzido pela FDA, agência americana de medicamentos e alimentos, a pedido dos militares americanos descobriu que, entre os mais de 100 remédios analisados, 90% estavam seguros para serem ingeridos até 15 anos após a expiração da data de validade. A amostra incluiu produtos vendidos com e sem a necessidade de prescrição médica.
Risco desnecessário
Embora o estudo pareça questionar o valor do peso colocado nas datas de expiração, é importante lembrar que, após esse período a eficácia do medicamento pode não ser a mesma. Ou seja, se você estiver com dor de cabeça e optar por tomar um remédio vencido a alguns dias, a dor pode simplesmente não passar. Mas, esse é o menor dos problemas. Em alguns casos, tomar remédios expirados pode ter consequências fatais.
Em certos medicamentos como nitroglicerina, insulina e antibióticos, a perda ou simplesmente a redução da eficácia pode colocar sua vida em perigo, logo, melhor não arriscar. Portanto, o bom-senso recomenda não consumir e descartar – de forma correta – medicamentos vencidos, para não se expor a um risco desnecessário.
Fonte : site veja.com