quarta-feira, 7 de junho de 2017

VOCÊ PULA O CAFÉ DA MANHÃ ?? CUIDADO

café da manhã é realmente a refeição mais importante do dia? Segundo um estudo publicado recentemente no periódico científico American Journal of Clinical Nutrition, a resposta é sim. Os pesquisadores apontaram que o hábito de pular a primeira refeição do dia pode aumentar as chances de inflamações e resistência à insulina, favorecendo o risco de obesidade e diabetes tipo 2, fatores associados à síndrome metabólica.

Inflamação crônica
Os níveis de glicose e insulina não mostraram divergências entre os três dias. No entanto, as concentrações de glicose, atividade inflamatória e resistência insulínica eram mais altas quando os participantes não almoçavam ou não tomavam o café da manhã. Embora as pessoas tenham queimado mais os estoques de gordura já existentes nos dias em que pulavam a primeira refeição, e isso possa parecer positivo, segundo os cientistas, podem haver desvantagens em longo prazo.
A prática pode, por exemplo, prejudicar a flexibilidade metabólica, ou seja, a capacidade do corpo de alternar entre a queima de gordura e carboidratos, aumentando as chances de inflamações e o desequilíbrio de glicose no sangue. Como a inflamação crônica é conhecida por afetar a sensibilidade à insulina, ignorar o café da manhã pode contribuir para o comprometimento do metabolismo, o que teria o potencial de aumentar o risco de obesidade e diabetes tipo 2.

Impacto do café da manhã
De acordo com os especialistas, ainda são necessários outros estudos para avaliar o impacto do café da manhã no funcionamento do metabolismo. “Os dados não comprovam que pular o café da manhã afeta os níveis de inflamação. Os pesquisadores apenas mediram os níveis (da dieta sem café da manhã) após o almoço, sendo possível que essa inflamação diminua ao longo do dia”, disse Courtney Peterson, nutricionista da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, à Time.

Perda de peso
O estudo também sugere que pular o café da manhã ou o jantar pode ajudar na perda de peso, uma vez que os indivíduos queimaram mais calorias durante esses dias. No entanto, ignorar refeições ou realizar jejuns intermitentes pode não funcionar para a maioria das pessoas e causar, até mesmo, o efeito contrário.

Se a ideia for perder peso, talvez seja melhor pular o jantar. “O metabolismo e o controle de açúcar no sangue são melhores na parte da manhã do que à noite, então alimentar-se no início do dia é essencial”, explicou Courtney .
Fonte : site veja.com

terça-feira, 6 de junho de 2017

SABE ESCOLHER ABACAXI ???

Famosa fruta nos churrascos, o abacaxi pode ser usado in natura ou no preparo de alguns pratos como doces, tortas, saladas de frutas etc. Por ser um produto natural, deve ser consumido no dia-a-dia, garantindo mais saúde para os consumidores. Estas características só são possíveis pois a fruta é rica em vitaminas, a exemplo da C e B6. Também possui potássio em sua composição.
Contudo, apesar de todas as propriedades benéficas presentes nesta fruta, ela só deve ser consumida após uma compra consciente. Sendo assim, ao procurar por abacaxi em supermercados, quitandas ou até mesmo na feira livre, passe um tempo observando alguns aspectos da fruta para saber se ela está pronta ou não para ir à mesa.

Como escolher um bom abacaxi?

Para saber se o abacaxi está bom para o consumo, é necessário observar as características externas da fruta, como a cor, a consistência da fruta e até mesmo o cheiro que ela apresenta. Cada um destes aspectos são essenciais na hora de comprar esta fruta, pois vão refletir no sabor que este alimento vai proporcionar.

Cor

Portanto, o primeiro passo é observar a coloração das cascas do abacaxi. É necessário que elas estejam com uma tonalidade amarelada ou dourada, pois estas são as cores que indicam que a fruta está madura. Outro ponto importante é prestar atenção também na cor da coroa da fruta, ela deve ser verde viva e não pode conter um tom esbranquiçado.

Consistência

Além disso, é necessário pressionar a casca do abacaxi e verificar qual a consistência da fruta. É essencial que a casca não afunde, uma vez que este é um dos sinais que o abacaxi está prestes a apodrecer. Portanto, prefira as opções que são mais resistentes, mas mesmo assim não perdem a maciez. A coroa também pode ser um indicativo das condições do abacaxi, se as folhas saírem com muita facilidade, significa que a fruta está muito madura ou estragada.
Um outro aspecto que pode ajudar na escolha é o cheiro da fruta, ele deve ser levemente doce, demais pode demonstrar que a fruta está passando do tempo de ser consumida. Por fim, observe a casca da fruta que deve estar sem machucados ou rachaduras.

Benefícios desta fruta

Escolher um abacaxi bom contribui para a saúde, tendo em vista que a fruta é capaz de combater problemas na bexiga, uretra e na próstata. Além disso, a fruta ainda é capaz de colaborar com o bom funcionamento das funções hepáticas e de prevenir o surgimento de cálculos renais e de vesículas biliar.
Por ser diurético tem a fama de diminuir os inchaços do corpo, uma vez que estimula a produção de urina e consequentemente a eliminação de substâncias do corpo, inclusive o excesso de líquido. Melhorar a digestão é outro benefício alcançado com o consumo do abacaxi, bem como o ato de evitar arteriosclerose e diminuir inflamações.
Fonte : site remediocaseiro .com



segunda-feira, 5 de junho de 2017

ASMA, BRONQUITE OU BRONQUIOTITE ?????

Na asma, bronquite ou bronquiolite o ato de respirar pode ser exaustivo. Pode cansar. Independentemente da idade, o esforço para fazer o ar entrar e sair dos pulmões pode ser extremamente difícil e desconfortável. Os músculos acessórios dos movimentos respiratórios entram em ação para ajudar a expandir os pulmões. As pessoas parecem respirar com a barriga de tanta força que fazem.

Tanto a asma, como a bronquite ou a bronquiolite podem dar este quadro de dificuldade respiratória? Qual a diferença entre estas três condições? Como saber?

As três situações podem dar desconforto respiratório de diferentes intensidades. No entanto, na asma e na bronquiolite a dificuldade para respirar pode ser mais significativa.

As três situações cursam com obstrução das vias respiratórias. Porém, as causas e os mecanismos de obstrução são diferentes. Por isso é importante que se tenha o diagnóstico correto para que o tratamento – também diferente nas três condições-  possa ser adequadamente indicado. Vamos entender.

Bronquiolite: é uma doença infecciosa, de causa viral, na maior parte das vezes causada pelo VRS, ou Vírus Sincicial Respiratório. Acomete bebês e crianças pequenas, geralmente menores de 2 anos de idade. Este vírus incide principalmente nos meses de outono e inverno. Na semana passada, em São Paulo, alguns Pronto Socorros infantis tiveram que fechar suas portas e em muitos hospitais não havia vagas em UTI tal quantidade de crianças pequenas acometidas. O vírus “ataca” a região do bronquíolo, provocando uma inflamação que estreita as vias respiratórias, dificultando a passagem do ar. Resultado: os bebês ficam cansados para respirar. Não há tratamento específico para este vírus. Por isso, muitas crianças ficam internadas para garantir a boa oxigenação do organismo . Dura de 7 a 10 dias e geralmente evolui bem.

Sinal mais característico da bronquiolite: bebês ou crianças pequenas com respiração ofegante ou cansados para respirar, com ou sem febre. Nesta situação, procure rapidamente  atendimento médico.

Bronquite: a bronquite é uma inflamação dos brônquios. Esta inflamação pode ser aguda ou crônica. A aguda é  geralmente causada por agentes infecciosos como vírus ou bactérias. Por isso pode ser acompanhada de febre e mal estar. A inflamação infecciosa nos brônquios estreita a passagem do ar, causando o desconforto para respirar. Pode acometer pessoas de quaisquer idades. Já a bronquite crônica pode ser causada por agentes irritantes dos brônquios como, por exemplo, o cigarro. A mucosa constantemente agredida e inflamada também estreita o calibre das vias respiratórias, dificultando a passagem do ar. O sintoma mais exuberante, seja da bronquite aguda ou da crônica,  é a tosse com catarro. As pessoas acometidas tossem para expelir as secreções que purgam nas vias respiratórias inflamadas. O tratamento da bronquite depende da sua causa e inclui também a limpeza das vias aéreas e a manutenção da oxigenação do organismo. Quando se suspeita de bronquite de causa bacteriana, os antibióticos podem ser indicados.

Sinal mais característico da bronquite: tosse intensa,  constante, com expectoração.

Asma: é uma doença inflamatória que se caracteriza por um espasmo da musculatura dos brônquios, ou seja, broncoespasmo. Os brônquios se “fecham”. Resultado: há um estreitamento – que pode ser intenso- das vias respiratórias causando muita falta de ar e desconforto para respirar. Este broncoespasmo inflamatório tem causas genéticas e pode ser desencadeado por alguns alérgenos ambientais, como cheiros específicos, pó ou pólen, por exemplo. Cada pessoa pode ter um desencadeante diferente. Evolui com períodos assintomáticos e períodos de crises. Hoje há muitas medicações para evitar que as pessoas suscetíveis entrem em crises agudas de risco.

Sinal característico da asma: chiado no peito e dificuldade para expirar, isto é, para expelir o ar.
Fonte : site G1.com.br



domingo, 4 de junho de 2017

TOSSE E DOR DE GARGANTA: PODE SER REFLUXO ?

O outono é a estação do ano mais propícia às doenças respiratórias. Os sintomas clássicos dos resfriados ou das gripes são conhecidos: tosse, cansaço, dor no corpo e dor de garganta. A febre, geralmente presente nos primeiros dias, amplifica mais ainda a sensação de mal estar.

No entanto, há que se ficar atento a uma outra situação, que tem sintomas muito semelhantes, como a tosse ou a dor de garganta, por exemplo, e que, no entanto, é decorrência de uma condição patológica completamente diferente: o refluxo gastro esofágico.

Isso mesmo. Quem tem refluxo pode ter tosse, dor de garganta, sinusite ou até mesmo pneumonia.

Como então saber quando é um, quando é outro?

Saber se a causa da tosse ou da dor de garganta é  uma gripe ou o refluxo é de fundamental importância, posto que o tratamento para uma e para outra são completamente diferentes. Vamos entender.

Gripes, resfriados e outras doenças respiratórias têm, na maior parte das vezes, uma causa infecciosa. Isso significa que um agente infeccioso como um vírus, principalmente, ou uma bactéria penetrou no organismo onde causa um quadro agudo. A pessoa está bem, assintomática e de repente vem a sensação de cansaço, mal estar e febre. A febre é um indicador significativo de que, efetivamente, trata-se de uma infecção aguda. Na sequência, surgem os sintomas respiratórios como a dor de garganta, tosse, que pode ser com ou sem catarro, coriza e congestão, acompanhados de dores de cabeça e dores pelo corpo.

No refluxo, a dor de garganta e a tosse têm características diferentes. Geralmente não há febre, posto que não há infecção. O quadro é mais lento, arrastado, com sintomas constantes, sem os sinais clássicos de congestão, espirros e coriza. A tosse e a dor de garganta acontecem por conta do “retorno” anormal do conteúdo do estômago para o esôfago, que é a característica do refluxo. Imaginem os líquidos estomacais, cheios de conteúdo ácido, muito ácido, subindo pelo esôfago que, por sua vez, não tolera ácido. Resultado: os líquidos estomacais sobem “queimando” a parede do esôfago. Podem subir até o meio, ou até as porções mais altas, ou seja, a região da garganta, podendo, até mesmo, “pingar” para dentro da traqueia. Este conteúdo ácido que vem do estômago “queima” a mucosa respiratória dando os sintomas de dor de garganta e tosse, principalmente. Se houver refluxo para a traqueia, pode ocorrer a pneumonia.

Por isso, a maior “dica” que diferencia as duas situações é a ausência de febre e dos sinais de congestão, na dor de garganta e tosse provocadas pelo refluxo. Febre e sinais congestivos caracterizam os quadros infecciosos agudos.

Sintomas semelhantes com causas diferentes e, consequentemente, com tratamentos também diferentes. Nunca se automedique. Siga sempre a orientação médica.
Fonte : site g1.com.br

sábado, 3 de junho de 2017

SOBRE A FALTA DE SONO

A ciência acaba de comprovar que a expressão “sono de beleza” é real. De acordo com um estudo publicado no periódico científico Royal Society OpenScience, sono é sim sinônimo de beleza. Na pesquisa, pessoas que dormiam pouco foram consideradas menos atraentes, saudáveis e interessantes. Além do físico, a aparência sonolenta, pode afetar diretamente o aspecto social.

A pesquisa
A equipe de pesquisa do Instituto Karolinska, faculdade de medicina na Suécia, fotografou 25 pessoas depois de duas noites de sono normal e depois de duas noites de um sono de apenas quatro horas. Então, pediram para que outros 122 participantes avaliassem a aparência das pessoas nas fotos em relação a atratividade, saúde, sonolência e confiabilidade delas.
Algumas noites de sono perdidas não afetaram tanto a noção de confiabilidade, mas os avaliadores disseram estar menos inclinados a se socializar ou considerar os sonolentos atraentes e saudáveis.
Problemas para socializar
“Se a pessoa parece menos saudável, é mais provável que as pessoas se afastem dela. No entanto, isso não explica todo o efeito da não querer se socializar com ela. Esse é um dos fatores, mas não é toda a história.”, disse Tina Sundelin, uma das pesquisadoras do estudo, ao The Guardian.
Outras pesquisas já mostraram que há boas razões para evitar pessoas que se privam do sono. Pessoas que dormem pouco podem ser menos otimistas e sociáveis, afetando outras ao redor. Além disso, a privação do sono também tende a deixar as pessoas mais irritadas. “Você logo percebe que alguém não dormiu direito, pois ela geralmente está menos agradável, difícil de lidar”, explicou Tina.
Com o tempo, a falta de sono pode fazer com que as pessoas se tornem piores para entender e expressar suas emoções, além de serem mais propensas a sofrer acidentes. A primeira vista, pode parecer injusto apontar esses defeitos e evitar o convívio com elas, mas segundo os pesquisadores, quem dorme pouco naturalmente precisa de um tempo sozinho para se recuperar.

Aparência de cansaço

No entanto, os efeitos da privação do sono se mostraram menores no aspecto social. De acordo com a pesquisa, ter quatro horas de sono por dois dias levou a uma queda de apenas 4% na sociabilidade dos participantes. Na verdade, o que mais foi levado em conta foi a aparência de cansaço do que as horas de sono perdidas. Os voluntários se mostraram 20% a 30% menos propensos a socializar com pessoas que pareciam cansadas, quando comparados com pessoas que dormiam bem.
Fonte : site veja.com

sexta-feira, 2 de junho de 2017

MITOS E VERDADES SOBRE A CHAPINHA

Chapinha resseca os cabelos, chapinha exige produtos para o antes e o depois, chapinha não pode ser feita com os cabelos molhados... Os mitos e verdades sobre nossa “melhor amiga” na hora em que precisamos dos fios lisos e brilhosos são muitos. Por isso, decidimos te ajudar de uma vez por todas. Leia com atenção e fique linda – e saudável!

1. Usar chapinha faz mal ao cabelo :

MITO
A chapinha não danifica as madeixas, desde que você use o aparelho na temperatura certa (até 190ºC) e passe produtos corretos para proteger os fios. Se usada com parcimônia, a chapinha pode ser usada dia sim, dia não. Mas o uso indiscriminado pode esticar demais os cabelos e prejudicar a saúde do couro cabeludo.

2. Secar o cabelo antes protege os fios:

VERDADE
Este é um ponto importante. Realizar uma pré-secagem evita que a água, em contato com o equipamento, provoque danos aos fios, uma vez que podem aquecê-los. Além disso, esse procedimento permite a realização de pen
teados mais bonitos e bem finalizados. Outro ponto importante é um pré-produto, como o uso de um leave-in com queratina.

3. A chapinha queima o couro cabeludo :

VERDADE
Quando próximo do couro cabelo, isto é, a menos dos três centímetros recomendados, o equipamento aquecido pode provocar queimaduras - algumas delas, graves. Portanto, cuidado ao manejá-la e evite deixá-la nas mãos de crianças e adolescentes.

4. Quem possui cabelos finos não pode usá-la :

MITO
Não existe restrição quanto aos fios menos encorpados, mas atenção: o equipamento precisa estar a uma temperatura mais baixa do que o normal, a cerca de 150ºC. Se seus cabelos forem tingidos, vale a mesma cartilha: temperatura até 150ºC e não os 190°C recomendamos normalmente, sob pena de desbotarem.

5. O equipamento de metal oferece riscos :

VERDADE
O modelo com metal, em vez daquele feito com cerâmica, alcança temperaturas altíssimas. Se você tem um desses em casa, recomenda-se desligá-lo da tomada em certos períodos. Desta forma, evita-se acidentes. As pranchas de cerâmica costumam estabilizar a temperatura, evitando possíveis acidentes.

6. Chapinha faz crescer o cabelo:

MITO
Cabelos crescem não por chapinha, mas sim a saúde capilar e do corpo, como um todo. Manter o couro cabeludo limpo e respirando, utilizar shampoo e condicionador corretos, e, ao sinal de problemas de queda ou crescimento excessivo procurar um médico, são ações que contribuem para a saudabilidade dos fios e um crescimento correto dos mesmos. O cabelo tem um crescimento médio de 1cm ao mês, 12cm por ano, e varia conforme a pessoa.
Agora que você já sabe o que pode e não pode, use a chapinha ao seu favor! Para um procedimento perfeito, inicie sempre o alisamento pela raiz, mantendo a prancha a 90º. Uma vez com o cabelo puxado para o alto, inicie o acompanhamento dos fios seguindo o formato da cabeça. Faça uma pressão forte e puxe bem até as pontas e pronto.
Fonte : site Terra.com.br



quinta-feira, 1 de junho de 2017

O PAPEL DA BANANA NOS EXERCÍCIOS

É muito comum vermos atletas comendo banana durante os jogos e, apesar de ser um ótimo alimento, talvez não seja o momento certo de ingeri-lo.

A fisiologia do corpo durante o exercício :
absorção de água e nutrientes ocorre no intestino, portanto, é necessário que o alimento ou a água saiam do estômago. O esvaziamento gástrico depende de três fatores: o volume, a temperatura e a concentração do que é ingerido. Grandes volumes, alta temperatura e alta concentração diminuem o esvaziamento gástrico e, portanto, retardam a digestão e absorção dos alimentos. O melhor exemplo é quando se come uma feijoada, grande quantidade, quente e muito salgada, ela ficará por horas no estômago.
Durante a atividade física, ocorre uma redistribuição do fluxo sanguíneo no corpo. Diminui-se a irrigação dos órgãos menos envolvidos na atividade física (principalmente o estômago e os intestinos), para que se possa aumentar a irrigação dos músculos em atividade, fornecendo mais oxigênio para a produção de energia. Isto determina uma diminuição da velocidade de digestão, pois esta depende de sangue para que ocorra em velocidade normal.
Estes ajustes devem direcionar a ingestão de fluidos e nutrientes no decorrer da atividade física. A utilização de bebidas isotônicas (mesma concentração dos fluidos corporais), em baixa temperatura e pequenos volumes, vai acelerar o esvaziamento gástrico, possibilitando uma melhor absorção.
Quando utilizamos bebidas hipertônicas (mais concentrada do que os fluidos corporais), ou alimentos sólidos, estes demoram para sair do estômago, pois necessitam, primeiro, serem diluídos e/ou digeridos. Para isto, o organismo “rouba” líquido do sangue, transferindo para o estômago, podendo, então, desidratar o corpo. Se os líquidos mais concentrados já demoram para sair do estômago, imagine os alimentos sólidos.
O exercício promove aumento da utilização de vários minerais e, dentre eles, um bastante importante, o potássio. A diminuição da sua concentração no interior da célula leva à fadiga que, claro, precisa ser evitada. Em média uma banana nanica (86g) tem aproximadamente 80 calorias, perto de 20 gramas de açúcar e 330 miligramas de potássio.

Potássio e magnésio
A concentração de potássio em uma banana é relativamente alta, quando comparada com outros alimentos e talvez isso tenha feito com que ela ficasse famosa entre os esportistas. Porém, a principal causa da perda de potássio é a perda de magnésio. O magnésio estimula a bomba de sódio e potássio (mecanismo que trás de volta o potássio para dentro da célula, impedindo a sua perda), portanto, se não houver reposição de magnésio, de nada adiantará a reposição de potássio. O correto é fazer a reposição dos dois minerais associados, através de soluções isotônicas, para que eles possam ser rapidamente absorvidos.

Quando comer?
Comer banana durante uma partida pode até ser agradável, mas não tem nenhum significado prático, muito pelo contrário, pode, inclusive, dependendo das condições climáticas, induzir à desidratação, o que é extremamente prejudicial. Coma antes de iniciar o exercício. Além do potássio, a banana contém frutose, um açúcar importante para a produção de energia.


Fonte : Site Veja.com